Fala Blogueiro: Efeitos da Crise Mundial na Fórmula Indy

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Aproveitando um tempo livre no meu emprego, pude ler as notícias sobre como a crise está afetando a Indy. E realmente, a coisa não está nada fácil.

Entre equipes que praticamente fecharam (caso da Rahal), equipes que tiveram que fazer cortes significativos e (KV Racing), aquelas que dificilmente conseguirão alinhar mesmo que apenas 1 carro (Conquest) ou aquelas que terão que vender vagas para manter seus carros (Newmann-Hass) não há nada de "extraordinário" nestes casos, afinal a Indy é uma categoria norte-americana e está no epicentro da enorme Tsunami que a crise se tornou.

Até mesmo os planos que a categoria possuía para 2011, o de mudanças no pacote técnico dos carros - com novos forncedores de motores (Fiat, Porshe, VW e Audi) - possivelmente serão adiados para 2012, embora as negociações estejam com bom andamento. A única mudança significativa que permaneceu é a utilização do ethanol brasileiro já nesta temporada.

Outro fator muito importante que está aumentando a dificuldade das antigas equipes vindas da ChampCar é o encerramento da ajuda de U$$ 2 milhões que a IRL forneceu para as equipes no ano passado. Neste ano, já haviam decidido que não ajudariam mais antes mesmo da crise. Mas isso não significa que apenas as equipes menores estão com problemas sérios. Ao menos Ganassi, Penske e AGR possuem bons orçamentos para este ano e não parecem sofrer tanto com os efeitos da crise.

Ao menos, parece que a Adminstração da IRL está tomando as decisões certas para tentar amenizar os efeitos da crise na categoria. E esperaremos que a Temporada 2009 seja muito boa, mesmo com tais efeitos devastadores.

Até mais.

Comments

4 Responses to “Fala Blogueiro: Efeitos da Crise Mundial na Fórmula Indy”
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Felipão disse...

Eu sempre gostei mais da atuação do Tony George do que a do Ecclestone, que nçao ta nem ai para as equipes pequenas. Uma pena o mundo estar vivendo essa crise...

6 de fevereiro de 2009 12:49
Bruna disse...

2 pro Felipe. "Desinteresse por desinteresse" o do Bernie me mata bem mais.

6 de fevereiro de 2009 15:52

é E se vc reparou a maioria que passa aperto são as equipes oriundas da ChampCar.O apoio técnico que o Tony George foi retirado e por aí complica as equipes. Pelo menos até 2011 quando as novas regras forem implantadas, teremos uns 22,24 carros no máximo. Pra quem teve 28 dependendo da corrida(Sem contar Indianápolis, claro)é um pouco desanimador.

6 de fevereiro de 2009 19:45
Diego Maulana disse...

A F-Indy está no caminho certo. Vai de passo em passo evoluindo e ganhando mais peso no mundo do automobilismo. Se continuar com essa boa administração e se o campeonato for se fortalecendo, logo a Indy terá o destaque que merece.

9 de fevereiro de 2009 09:01

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