Fala Blogueiro! Uma espiada por cima do muro...

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Bom, eu não sou louco de dizer que não estou acompanhando e muito curioso a respeito do que será o GP de Interlagos na F1, daqui a exatos 2 dias.
Sempre que posso estou lendo os blogs de vocês, grandes amigos, atrás das últimas informações sobre o que está rolando no mítico circuito. Inclusive estou de olho nos vídeos que meu colega Thiago do Café com F1 está postando direto de lah neste momento.
O blogueiro que aki vos fala tem uma certa implicância com Felipe Massa (eu sei podem me chamar de traidor....rs). Nada pessoal, mas ainda não consigo ver nele algo que me faça torcer fervorasamente pelo brasileiro. Talvez eu seja um tanto "nostálgico" demais. Não vejo nele a soma de raça, técnica, magia, sorte entre outros adjetivos que vi em pilotos como Senna, Schumacher, até mesmo Alonso, para ficar nos campeões mas recentes.
Não que eu não esteja torcendo por Massa neste fim de semana, mas na minha opinião, Hamilton merece mais o título que ele (embora não seja culpa exclusiva dele, estes 7 pontos de desvantagem para o inglês) e acho que ele realmente vai faturar o troféu de campeão de 2008. Não vejo como Massa reverter a vantagem de 7 pontos, a não ser que o "negão" faça besteiras como foi no ano passado ou acontecimentos imprevisíveis mudem totalmente o panorama durante a prova.
No mais, vai ser legal ver a festa que estão fazendo para a despedida de Coulthard, a despedida melancólica de Rubinho (será que ele arranja a grana pra "tentar" - entre aspas mesmo - ficar na Toro Rosso), vai pra Indy Rubinho!!! Seja homem uma vez na vida e tome a decisão certa!!! (desculpe a entonação da frase, mas é a perfeita tradução do sentimento de decepção que o blogueiro aqui está sentindo neste momento com a pessoa Rubens Barrichello).
E é isso pessoal, continuem alimentando seus blogs. Eu nem vou ler as notícias na mídia para não ficar "galvanizado" (se é que me entendem....rs)
Abraços e até mais!

Diário de um Piloto Virtual: Capítulo 1 - A Estréia

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Estive tão atarefado nos últimos dias que até esqueci de comentar como foi minha estréia nas pistas virtuais. Então vamos lá, Green! Green! Green!

1- Treinamentos Particulares...

Bom eu tive o azar, ou seria sorte?, de ter como pista de estréia o oval de concreto de Nashville. Como o Nascar 2003 é um game da categoria simulador, posso dizer que a coisa foi muito próxima da realidade: pista sem muita aderência (afinal uma pista de concreto - e não asfalto - e à noite ainda) e um circuito que exige freada nas curvas.

Dei várias voltas "offline" para pegar as manhas da pista, e até acho que estava bem. Em um treino "clandestino" feito online na sexta feira passada, andei com 3 outros pilotos da categoria e, diga-se de passagem, são muito bons com muito mais tempo de experiência com o Nascar, com o mod da IRL 2005 (que altera muito - talvez para pior - o controle do carro) e, principalmente, com a jogabilidade online. Enquanto eles andavam em 24.2xx segundos, eu virava a 24.8xx segundos (muito bom para uma primera vez não acham? rs).

2- Dia da Corrida: Pratice 1 e 2

E chegou o dia da corrida, domingo passado. Antes do Pratice oficial (que vou chamar de Pratice 2), o pessoal da minha equipe marcou um treino coletivo com todos para antes do Pratice 2. Este Pratice 1 foi bem interessante, se não fosse por um detalhe: o setup da pista foi diferente do utilizado na prova, o que me complicou bastante. No treino era possível andar de pé cravado em Nashville (o que não sei se é a realidade). Dessa forma cheguei a andar em 24.3xx enquanto meus companheiros mais experientes faziam 24.1xx. Foi bom para acostumar a andar no vácuo (onde ainda preciso melhorar bastante), testar os reflexos (que numa corrida online tem que ser o mais apurado possível, devido a possíveis problemas de "lag" - chamado de "warp"). No Pratice 2 (o Pratice oficial da prova), que durou apenas 20 minutos, apenas dei algumas voltas, e constatei que o setup era o de "freada nas curvas". De nada adiantou o treino feito pela equipe...

3- Qualify

Após o Pratice, fomos para o treino oficial. Como vocês devem saber (se não sabem, já fica aqui explicado), em ovais da Indy é utilizado o sistema de 2 voltas lançadas de cada piloto. Em alguns circuitos soma-se as voltas e tira-se a média (Indianápolis é assim). Em outros, como Nashville, é a melhor volta que vale. Não sei ao certo qual foi meu tempo, acho q foi 24.8xx, que me deu a 6ª posição entre 10 pilotos. Na verdade era pra eu ter largado em 9º, dei sorte de alguns pilotos não conseguirem ir para o treino.

4- A Corrida...

Chegou a hora!!! Em provas online, costuma-se fazer uma largada falsa, para os pilotos verificarem as condições da pista, treinarem alinhamento.... essas coisas. Largando em 6º, lado de fora), fiz o procedimento até que bem. Ao sair dos pits para a volta de apresentação, os pilotos que largam por fora costumam não sair pela pista de saída dos boxes, viram a direita e já vão para o oval. Fiz isso e deu tudo certo. O "time" de uma largada lançada é bem complicado e não larguei muito bem, mas mantive a minha posição. Era a hora da largada lançada...

Procedimento de largada feito novamente, mas dessa vez quis sair pela pista de saída dos boxes, assim como o 2º colocado ( 2º carro na minha frente) tinha feito, mas a falta de experiência.... Coloquei as 2 rodas do lado direito na grama e pimba!!! rodei em plena volta de apresentação.

Deu vontade de jogar o volante longe.....rsss (agora dou risada, mas na hora fiquei fulo da vida). Depois me enrolei pra conseguir voltar à pista, e isso me custou muito tempo. Na largada, eu estava 8 segundos atrás do penúltimo colocado. Prossegui na prova, afinal seriam 120 voltas, muita coisa iria acontecer (e aconteceu! :s )

Logo vieram as primeiras Yellow Flags, pilotos da frente que se enroscaram, o que foi ótimo para mim, aqueles 8 segundos de desvantagem sumiriam. Mas a falta de experiência não me permitia andar mais rápido que 25.xxx por volta, enquanto os outros pilotos estariam virando em 24 baixo ou até mesmo 23 alto. Mesmo assim cheguei a estar em 4º lugar depois das paradas de box. Já que eu estava atrás, na primeira YF resolvi não parar junto com todos, apenas eu e meu chefe continuamos 1 volta a mais na pista, o que ajudou bastante. Na 2ª YF parei junto com todos.

E veio o problema das freadas nas curvas. Inexperiente, sempre errava na entrada das curvas e isso foi acabando com meus pneus. Sem poder fazer pits em excesso continuava na pista e toda hora dava uma lambida nos muros, o que danificava o carro. Com isso, nos outros 2 pits perdi muito tempo com os consertos. Após o último, já estava 3 voltas atrás.

Vá somando comigo os problemas: inexperiência + falta de pneu + instalabilidade = lentidão. Tomei mais uma volta do líder, dessa vez na pista (fiz direitinho, reduzi na reta e abri para ele passar, pelo menos isso eu fiz certo....kkkkk)

Mas sobraram toques em outros pilotos, por pura falta de experiência no vácuo. Freava um tanto insuficiente (sobrou até pro meu chefe.... rs ele deve ter ficado fulo da vida). Toquei no meu outro companheiro também, mas nenhum dos 2 rodou, o que foi bom, pois ele estava em 3º. Até que...
Este meu companheiro fazia uma ótima prova de estréia (na categoria, pq em provas online já corre há um bom tempo), e estava na disputa pela vitória. Ele arriscou tudo (a là Helio em Chicago).... ficou sem combustível na última volta.... Eu já vinha sem pneu, sem braço (correr por mais de 1 hora sem poder pausar o jogo é osso....) advinhem? Não tive reflexo suficiente pra desviar do carro dele e enchi a traseira dele. E nisso aconteceu um big one dakeles grandes. Fui tentar tirar meu carro da pista e não deu tempo, veio outro piloto e me acertou em cheio. Fim melancólico para uma corrida horrível.

Saldo entre mortos e feridos: terminei em 9º, meu chefe em 10º (abandonou antes por problemas de conexão e meu outro companheiro em 6º mesmo com a pane seca e a batida.
A Estréia não foi como eu queria, mas fiquei feliz por terminar a prova, depois de cansativas 120 voltas e 1 hora e 15 minutos de prova. Valeu a pena. Agora tenho mais uma prova neste domingo 02/11, em Edmonton. Dei umas voltas ontem, e vi o quanto estou ruim em circuitos mistos. Acho que terei juízo e não correrei nesta prova.....rsss

Até mais!

100 dias....

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.
E o meu querido blog chegou, ao trancos e barrancos, à marca de 100 dias online... êbaaaa haha
Nesse período, senti na pele a dificuldade que temos em "tocar" um blog na Internet. Realmente, somos todos guerreiros na arte de buscar a informação e compartilhar com todo o Mundo. E isso é extremamente gratificante.
Melhor ainda é ter nosso esforço reconhecido por nossos fiéis amigos e companheiros blogueiros. Fica aqui o meu muito obrigado pelo apoio ao Fábio, Felipão, Fábio Campos, Bruna, Leandro (e se eu me esqueci de alguém, não se irrite, meu mto obrigado a você também...rs). Sem vocês, eu já teria desanimado e não teria motivo para continuar batalhando pra manter esse blog no ar. Valeu mesmo parceiros!
Bom, eu não tinha planejado (na verdade foi uma feliz coincidência), mas essa marca coincide com novas idéias que quero implantar no blog. A primeira delas é fazer uma cobertura específica de alguns pilotos que ainda não tem muita divulgação aqui no Brasil. Um deles vocês já devem ter percebido: é o Raphael Mattos, campeão da Indy Lights neste ano e que foi promovido a categoria principal para o ano que vem.
Além dele, quero falar mais e tentar divulgar mais sobre as carreiras da Bia Figueiredo (mais uma temporada na Lights para em 2010 subir para a Indy) e do nosso querido Vítor Meira (Go! Vítor), por quem tenho admiração há muito tempo (e não vejo isso muito facilmente pela Internet...). E para isso, vou ter quer ser um pouco menos abrangente na busca de informações sobre a Indy.
Mas continuarei fazendo a cobertura dos fins de semana de prova (tenho a idéia de fazer parcerias com os blogs que falem de Fórmula Indy, em breve novidades), falar sobre os principais fatos das temporadas, tentar falar sobre a história da Indy (a sessão "Flashback" ainda está nos planos, mesmo depois de eu perder quase tudo que eu tinha no meu micro).
Além disso, quero abrir um espaço para falar da American Le Mans Series (ALMS). Sei que esse é um território mais díficil de conseguir informações do que a Indy já é. Mas vou tentar mesmo assim, pois a considero uma categoria muito interessante e importante para o automobilismo brasileiro e norte-americano.
Resumindo, tentar manter a cobertura que já faço, adicionando novos ingredientes nessa receita maluca que é um blog sobre automobilismo. Tomara que dê certo.
Ah, eu já ia me esquecendo. Cansei do template anterior e vou partir para um "clean" tomara que este fiquei bom.

Obrigado galera, e até a próxima

Briscoe vence o comemorativo GP de Surfers Paradise

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Por problemas técnicos e pessoais, não pude fazer a cobertura completa da etapa de Surfers. Mas isso não é problema, meu colega Marcos do GPSeries parece ter topado a parada rs... (É isso aí Marcos, mandou bem).

Em uma prova um tanto monótona, Ryan Briscoe (Penske) ganhou a primeira posição logo na parte inicial da prova, quando Will Power (KV Racing) cometeu um erro bisonho, ao raspar na proteção de pneus da primeira chicane na reta do Mar e acabar com sua suspensão dianteira esquerda no muro após ela. Briscoe assumiu a ponta e fez uma corrida sem erros e com um ritmo constante, não dando chances da Scott Dixon (Ganassi) de tentar ultrapassá-lo. O Neozelandês, campeão da atual temporada, terminou em 2º. O terceiro foi Ryan Hunter Reay (Rahal-Letterman) em mais uma ótima prova do "Caçador de Raios" em circuitos mistos.

Em mais uma prova em circuito de rua (e Surfers é bem mais estreito que pistas como Long Beach e Toronto), os acidentes foram inevitáveis. O primeiro a sair foi Mário Moraes (Dale Coyne), depois de na largada já ter se enroscado com Vítor Meira (agora na Foyt).

Depois mais um enrosco, dessa vez entre Graham Rahal (Newman Hass Lanningan) e Ed Carpenter (Vision). A parte engraçada da corrida foi nesse momento. A pista ficou bloqueada e quem vinha atrás deles era nada mais, na menos que Danica Patrick (Andretti Green). Ela foi avisada pelos fiscais para reduzir a velocidade, mas acabou deixando o carro morrer. A câmera onboard não deixa mentir, ela ficou aos berros querendo que empurrassem seu carro para ele voltar a funcionar (assim que eu conseguir um vídeo postarei aqui). Foi um péssimo dia para a Mulher Maravilha que, antes disso, já havia dado um "totó" em Hélio Castroneves (Penske), furado um dos pneus do carro dele e danificado a sua asa dianteira.

Aliás, ontem foi um dia para a Andretti Green esquecer. Tony Kanaan abandonou a prova na volta 34 com problemas na suspensão traseira. Marco Andretti e Danica tiveram desempenhos horríveis. O "menos pior" foi o rookie do ano, Hideki Mutoh, que terminou na 8ª posição, salvando a equipe.

No mais, merecem destaque o bom desempenho de Alex Tagliani, com o limitadíssimo carro da Conquest (4º lugar), Oriol Servia (da KV Racing) em 5º, Ernesto Viso em 6º (quem diria...). O sétimo foi Hélio Castroneves, em uma perfomance bem abaixo de seu companheiro de equipe. Dario Franchitti, em sua reestréia na Indy, agora pela Ganassi mostrou que não perdeu a prática e fez um bom começo de prova. Pena que ele rodou na chicane da reta do Mar e isso comprometeu completamente sua prova, terminando em 16º. Ao menos, ele fez a volta mais rápida da prova.

Os demais brasileiros, Vítor Meira foi o 14º (chegou a andar entre os 10 primeiros), Bruno Junqueira (Dale Coyne) o 15º e Jaime Câmara terminou em 19º.

E agora sim, o circo da Fórmula Indy se fecha e entra em férias. Os primeiros testes coletivos estão marcados para o início do ano que vem. E a primeira etapa será no dia 15 de abri, no GP de St. Pittsburg.


Até mais!


Até mais.

Corridas Virtuais: Uma "geral" no mundo da Velocidade Virtual

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Abrindo um parênteses na cobertura do fim de semana em Surfers Paradise, e a pedido do meu colega Marcos do GPSeries, vou falar um pouco de uma velha mania na internet: as corridas online.

Eu sou novo nessa área, há muito tempo queria participar mas vocês sabem como é, sem recursos financeiros e tecnológicos suficientes, não poderia pensar em entrar nesse mundo. Apenas na metade deste ano pude montar um computador com um "equipamento competitivo" (leia-se potente) e apenas agora pude comprar meu primeiro conjunto de volante e pedaleiras pro meu micro (nem na época do meu velho Playstation1 tive chance disso....rs).

A história é a seguinte: na Internet existem vários sites que oferecem a oportunidade de você correr nas ligas online. Alguns deles são a LBN (Liga Brasileira de Nascar), a Speed Series e a CBAV (Confederação Brasileira de Automobilismo Virtual), para ficar nos sites brasileiros (existem muitos outros em sites gringos). Neles, vocês encontram vários campeonatos: desde temporadas completas da Fórmula 1, WTCC, Le Mans até mesmo temporadas de Nascar (Nationwide, TruckSeries), Indy e outras categorias menos conhecidas).

Geralmente utilizam games de corridas com suporte a multiplayer, atualmente são o Nascar Racing Season 2003 (Papyrus, um dos mais comuns games no mundo online) e, agora, o Rfactor, um novo simulador com muitos recursos e simulação praticamente perfeita.

Para a disputa de todas aquelas categorias, existem "Mod's" para serem instalados nestes simuladores (e existem muitas relíquias, como instaladores de pistas e carros de temporadas antigas da F1). Existe uma verdadeira legião de "pilotos virtuais" (como são chamados os participantes das corridas online) e isso se torna um verdadeiro misto de hobby-diversão-adrenalina.

Em algumas categorias, chega-se a ter mais de 20 pilotos online disputando uma prova. E isso não tem nada a ver com você jogando um game sozinho, contra a Inteligência Artificial de seu game preferido... É realmente como se fosse uma corrida de verdade, é muito legal...rss. Geralmente as provas acontecem a cada 7 ou 15 dias, muitas vezes nos fins de semana a noite.

Falo isso tendo apenas visto alguns vídeos que rolam na Internet e participado de alguns "treinos particulares" na semana passada, com o pessoal da Indycar Series Brasil, liga que está na CBAV e utiliza o Nascar 2003 (estou entrando atrasado nessa história, em breve a maioria das corridas online será apenas no Rfactor....)

Em todos os sites das ligas, existem os fóruns das categorias, onde encontramos o regulamento (muitas vezes bem rígido, como se fosse uma categoria de verdade fisicamente), e os espaços para discussão e troca de informações entre os pilotos.

Abaixo, a relação de categorias que cada liga oferece (entre parênteses o jogo utilizado como base):

- CBAV
* Indy 2005 (Nascar2003)
* Indy 2007 (Rfactor)
* Nascar Truck Series (Nascar 2003)
* Nascar Whelen (Nascar 2003)
* F1 (Rfactor)
* Poaserver/WTCC (Rfactor)

** existem também campeonatos offline (Stock Car e GP4 Fun) que usam o velho e bom GP4).

- LBN (apenas com o Nascar 2003)
* Nascar (divida em categorias (da menor para a maior): Asa, Arca, Light, Pro e Extreme)
* Truck Series
* Road Series (estilo WTCC)

- Speed Series
* Speed Series/WTCC (Nascar 2003)
* Night at Le Mans (Nascar 2003)
* Gran Prix Heroes T1/F1 (Rfactor)
* Super Clio (Rfactor)

Interessados? Visitem os sites das ligas, sempre há um fórum para os novos participantes e lá você encontra todas as informações necessárias para conhecer o funcionamento das ligas e das categorias.

Até mais.

Giro de Notícias - A Indy e a crise econômica

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Hoje, ao ler as notícias sobre a Indy - mais específicamente no Amigos da Velocidade, encontrei 2 notícias a respeito de como a Indy está se comportando em meio à crise econômica americana (que já está virando mundial).

A primeira fala da possibilidade da categoria utilizar o etanol (álcool) brasileiro. Representantes comerciais da Indy estiveram no Brasil para analisar a possibilidade de utilizar o nosso álcool como o combustível oficial em 2011, quando serão introduzidos os novos motores (turbo) na categoria.

Essa notícia faz o maior sentido quando lembrarmos que, desde o início da utilização do etanol americano (feito à base do milho), as críticas sempre foram grandes, baseadas no fato de o milho ser considerado um alimento importante tanto para a raça humana quanto para a agricultura e pecuária. E agora, com a crise em pleno ápice, os defensores voltaram a criticar o uso do etanol a base de milho. O nosso álcool, feito a base de cana de açúcar, seria uma ótima possibilidade de resolver esse impasse. É esperar para ver.

A segunda fala específicamente das consequências da crise na captação de recursos (leia-se patrocinadores) para a próxima temporada da Indy. Terry Angstadt, responsável pela área comercial da categoria, afirmou que 2 possíveis novos patrocinadores para a categoria, reviram seus planos e encontram-se longe de um acerto. Uma das empresas é da área financeira e, logicamente, cancelou seus planos. A segunda ainda não desistiu, mas congelou as negociações.

"Se vou conseguir alguma coisa? Estou cauteloso com a situação. Mas, sim", declara Terry Angstadt.

A crise não veio em boa hora para a Indy. A temporada 2009 será muito importante para o novo futuro da categoria e a entrada de novos patrocinadores sempre será bem vinda. Mas como não poderia deixar de ser, a transição entre a atual temporada e a de 2009 terá seus obstáculos. Tomara que os dirigentes da Indy tenham um bom jogo de cintura, superem todos eles e proporcionem um bom campeonato.

Até mais.

Notinhas Curtas: GP de Surfers Paradise - Parte 2

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

No meio da correria da vida real (trampo, estudos pra concursos, o tempo que perdemos no transporte público.... ih, isso eh assunto pra outro tipo de blog... hehe) e a vida virtual (estou no meio da minha prepração de minha estréia nas pistas virtuais no próximo domingo (se Deus e os servidores de Internet quiserem... Torçam por mim e meu Dallara-Honda nº21 em Nashville hein.... rs), a falta de tempo anda atrapalhando muito não só a minha, mas a vida de muitos blogueiros por aqui.

Voltando ao mundo real, preciso corrigir um deslize meu. No post "Próxima Parada - GP de Surfers Paradise", eu esqueci de colocar os horários do fim de semana. Aqui estão eles:

Programação
- Quinta-Feira: 23/10 -

Pratice 1 - 20:00 às 21:30
Pratice 2 - 23:20 às 00:20

- Sexta-Feira: 24/10 -
Pratice 3 - 21:50 às 22:55

- Sábado: 25/10 -
Qualify: 01:10 [madrugada de sexta para sábado]
Warm-Up - 20:35

- Domingo: 26/10 -

Corrida [60 voltas] - 00:40 [madrugada de sábado para domingo]

Agradecimentos ao pessoal do DanicaMania.

Até mais.

Fala Blogueiro! Expectativas para o GP de Sufers Paradise

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Antes de iniciar a cobertura da última etapa deste ano, o que podemos adiantar para vocês? Esta etapa tem alguns pontos importantes, a saber:

1- Estréias
Dario Franchitti (Ganassi): o "escocês voador" de volta a Indy, como será seu retorno após a fracassada aventura na Nascar? Na minha opinião, Franchitti continua sendo um piloto apenas mediano. Mas correndo em uma equipe de ponta e tendo como companheiro o atual campeão da temporada, seu desempenho poderá subir bastante. É esperar para ver.

Dan Wheldon (Panther): o inglês retorna à equipe pela qual estreou na Indy em 2002. Tomara que continue o desenvolvimento do carro deixado por Vítor Meira se bem que eu não o considero um bom acertador de carros. De qualquer forma, boa sorte para Wheldon em sua nova antiga casa.

Vítor Meira (Foyt): para muitos, a idade de Vítor para a Foyt significa o fim da sua carreira na Indy. Eu não penso por aí. Ao menos, nos circuitos mistos, a Foyt sempre conseguiu um bom desempenho (mto superior ao da própria Panther, sua equipe antiga). Vítor terá trabalho para acertar o carro da equipe para os circuitos ovais.

2- Indefinição
Até o momento a etapa de Surfers não está 100% certa no calendário do ano que vem. As negociações continuam, embora tenha rolado uma notícia de que o contrato já está assinado e iria até 2013. Lembrando que esse acerto é de vital importância para a permanência de Will Power na KV Racing, já que seu patrocinador australiano só continuará na categoria se a prova for realizada nos próximos anos.

3- Curiosidade
Como será a corrida de Hélio Castroneves? Ele conseguiu a liberação da Justiça Americana para correr a prova, mas deverá retornar imediatamente para os EUA, já que está proibido de sair do país. Hélio disputou as últimas etapas da ALMS, e não pareceu estar abalado ou desmotivado pelo problema pessoal. Venceu 1 etapa (Le Petit) e terminou em 5º na outra (Laguna Seca).
Além disso ainda vai ficar no ar a dúvida, caso Hélio fique impossibilitado de correr, quem ocupará seu lugar no ano que vem? Alguns pilotos que estarão na prova são ótimos candidatos.

Acho que é isso, até mais.

Próxima Parada: GP de Surfers Paradise

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Está chegando a hora da última etapa da temporada 2008 da Indy. No próximo domingo, teremos o GP de Surfers Paradise, disputado em circuito de rua. A etapa é apenas comemorativa (um jeito que deram para dar alguma importância à prova) e não contará pontos para a temporada (que terminou no GP de Chicago).

O circuito, que possui 2.795 milhas (4.195 metros), está localizado no centro de Surfers Paradise dentro do distrito de Gold Cost no estado de Queensland - costa Leste da Austrália. Como todo circuito de rua, há guard rails por todos os lados e a pista é bastante ondulada. Porém ela possui várias retas, onde os pilotos atingem grandes velocidades.

A prova é realizada desde 1991 e até 2007 foi integrante do calendário da ChampCar. Em 2008, com a unificação desta com a IRL, passou ao calendário da Indy Racing League. Abaixo, a relação dos vencedores da prova entre estes anos:

Para a prova deste ano, a lista de pilotos inscritos é esta:

2. AJ Foyt IV (Vision)
3. Helio Castroneves (Penske)
4. Dan Wheldon (Panther)
5. Oriol Servia (KV)
6. Ryan Briscoe (Penske)
7. Danica Patrick (Andretti-Green)
8. Will Power (KV)
9. Scott Dixon (Ganassi)
10. Dario Franchitti (Ganassi)
11. Tony Kanaan (Andretti-Green)
14. Vitor Meira (Foyt)
15. Buddy Rice (Dreyer & Reinbold)
17. Ryan Hunter-Reay (Rahal-Letterman)
18. Bruno Junqueira (Dale Coyne)
19. Mario Moraes (Dale Coyne)
20. Ed Carpenter (Vision)
23. Townsend Bell (Dreyer & Reinbold)
26. Marco Andretti (Andretti-Green)
27. Hideki Mutoh (Andretti-Green)
33. EJ Viso (HVM)
34. Jaime Câmara (Conquest)
36. Alex Tagliani (Conquest)
02. Justin Wilson (Newman-Haas-Lanigan)
06. Graham Rahal (Newman-Haas-Lanigan)

A largada da prova será às 00:40 horas, na madrugada de sábado para domingo. Por enquanto, só há confirmação da transmissão pelo Bandsports.

Até mais.

Giro de Notícias - Honda pode ter companhia no forncecimento de motores em 2011.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Eu já comentei sobre a entrada de novos fornecedores de motores para a Indy aqui no Blog. Mas agora temos uma notícia mais atualizada que saiu ontem no Grande Prêmio.

Porshe, Alfa Romeu e Audi estariam interessadas em fornecer motores para as equipes da Indy. De uma forma ou outra, todas já tiveram algum envolvimento com a Indy ou outra categoria americana, o que as credencia a planejar a entrada na Fórmula Indy.

A Porshe competiu na Indy entre 1989 e 1990 e chegou a conquistar uma vitória (Teo Fabi em Mid Ohio). Agora pretende construir os motores e vendê-los de acordo com Derrick Walker, ex-dono de equipe e coordenador do projeto. Atualmente, a Porsche compete na American Le Mans Series junto com a Penske.

A Alfa Romeu também participou da Indy, foi entre 1990 e 1991, quando tentou adaptar motores Ferrari para a competição. Morris Nunn, coordenador do projeto, afirmou que foi um fracasso e que logo em seguida tentaram projetar um novo motor mas que também não obtiveram sucesso. Mesmo com o enorme prejuízo (125 mi de dólares), a montadora estaria disposta a investir em um novo projeto.

Já a Audi vem de grandes sucessos nas 24 horas de Le Mans e vem em grande rivalidade com a Porshe na American Le Mans Series. Este sucesso nas terras norte americanas pode incentivar a montadora a desenvolver um projeto voltado à Fórmula Indy.

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Seria muito interessante voltar a ter disputas entre equipes com motores diferentes (lembro dos bons tempos de 2 chassis - Reynard e Lola - 3 motores -Honda, Ford e Mercedes (depois a Toyota entrou no lugar desta última) - e 2 pneus (Firestone e Goodyear).

Era muito interessante ver diferentes combinações entre chassis-motor-pneus rivalizarem de igual para igual na Indy. Lembro que Gil de Ferran corria na Walker com um conjunto Reynard-Honda-Goodyear e levava desvantagem na briga com as Ganassi só por elas usarem pneus Firestone.

E da luta de André Ribeiro nos anos decadentes da Lola? Brigava para ser o melhor piloto de Lola nos treinos e ficar na frente deles e dos pilotos que usavam motores Toyota (bem no início da aventura japonesa)

Tomara que esses bons dias voltem logo.... Até mais

Rubinho nega notícia sobre teste na Indy

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Rubinho deu entrevista nesta quarta feira negando a notícia de que faria um teste na Pesnke, após o término da atual temporada da F1, visando ou ocupar um terceiro carro da equipe ou substituir Hélio Castroneves, em caso de condenação por seu problema com a Justiça americana (em breve mais novidades). Lembrando que em abril deste ano também correu a notícia que ele poderia substituir Marco Andretti, num troca-troca entre a Andretti Green e a equipe Honda.

"Isso tudo é inventado, nunca cogitei nada disso. É uma inverdade e estou procurando meu espaço na Fórmula 1 e vendo o que conseguirei. Para falar a verdade até acho uma boa idéia, mas ainda não conversei com ninguém", disse Barrichello.

Que não seria má idéia, concordo plenamente. Acho que Rubinho iria acabar com qualquer dos pilotos atuais da Indy nos circuitos mistos, só teria muito a aprender nos ovais. Mas a declaração seguinte de Rubens me deixou um pouco decepcionado:

"A razão para eu continuar na F1 é o sonho de ser campeão, eu ainda quero tentar conquistar o título. Não fico aqui só por causa do ambiente político cheio de gente importante. Gosto de sentar no carro e pilotar".

Não querendo ser chato, mas na minha opinião, Rubens deveria saber que ele não tem mais essas chances de ser campeão na F1. Ele está tentando alongar um ciclo que já está muito perto do fim. Arrisco dizer que Rubinho agora está mais para "David Coulthard" e "Giancarlo Fisichella" do que para um "Fernando Alonso" ou "Schumacher". Adoro o Rubinho, sempre defendi ele dos ataques daqueles que se decepcionaram por ele não ter se tornado um novo "Ayrton Senna".

Mas eu esperava um pouco mais de consciência da parte dele. Para quê continuar na F1 assim? Correndo em equipes medianas (ou até mesmo medíocres) só para fazer número, pois não acredito que ele poderá ser campeão em uma categoria com tantos novos talentos despontando (Hamilton, Massa, Kubica, Vettel... pra ficar só nos principais).

O Blog é da Indy, mas precisava postar esse meu ponto de vista sobre esse lado da F1.

Até mais.

Notinhas (meio) Curtas - Rubens Barrichello fará teste para Penske?

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Logicamente, o que vou falar agora ainda é um enorme boato, mas como temos que considerar todas as peças de um quebra-cabeças, por mais estranhas e impossíveis de encaixe que sejam. Vamos a notícia que saiu hoje no Grande Prêmio.

Rubens testaria com a Penske logo após o GP de Interlagos, última etapa da F1, no circuito misto dentro do oval de Homestead, em Miami. O que poderia levar a crer nesta notícia é que a Honda divulgou que só informará sua dupla de pilotos para 2009 após a etapa brasileira e que a Honda o ajudaria no teste, já que é a única fornecedora de motores na Indy.

Um dos empecilhos seria Rubens pedir um salário muito bom para pilotar em "uma categoria inferior a F1" (tsc...tsc...tsc.... se Rubens disse isso, pisou feio na bola). Mas sua família estaria disposta a trocar a Europa pelos Estados Unidos, onde sempre passam as férias do piloto, que aproveita para reencontrar seus grandes amigos Christian Fittipaldi e Tony Kanaan.

Rubens seria a peça do quebra-cabeças que a Penske tenta montar, caso Hélio seja impossibilitado de pilotar na próxima temporada.

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A Indy pode ser uma possibilidade sim para Rubens não encarar uma aposentadoria indesejada em 2009. Mas duvido que ele teria tanto prestigio para começar na Indy já numa Penske. É um pouco difícil de considerar esta notícia, mas fica registrada aqui no blog. Até mais.

Números da Temporada 2008

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Vendo alguns números sobre a temporada 2008 e a conquista de Scott Dixon, na IndyCar Magazine, notei uns dados interessantes. Vamos à eles:

- Número de Vitórias:
1- Scott Dixon = 6 vitórias
2- Ryan Briscoe = 2 vitórias
3- Hélio Castroneves= 2 vitórias
4- Dan Wheldon = 2 vitórias

Como não poderia deixar de ser, amplo domínio de Dixon na temporada e equilíbrio entre os demais pilotos das equipes "grandes".

- Poles:
1- Scott Dixon = 7 poles
2- Helio Castroneves = 4 poles
3- Ryan Briscoe = 3 poles
4- Tony Kanaan = 2 poles
5- Marco Andretti e Justin Wilson = 1 pole

De novo, Dixon dominou geral por aqui. Um piloto extremamente rápido e experiente para o "Fast -Six".

- Top 5:
1- Hélio Castroneves = 15 vezes
2- Scott Dixon = 14 vezes
3- Tony Kanaan = 11 vezes
4- Dan Wheldon = 10 vezes
5- Marco Andretti = 6 vezes

Esse é o principal ponto do sistema de pontuação, que deixa as temporadas altamente competitivas. Quanto mais regular o pilotor for, maiores são suas chances de ir bem no campeonato. Repare que os 4 primeiros no ranking de TOP 5, foram os 4 primeiros na classificação final do campeonato.

- Voltas Lideradas:
1- Scott Dixon = 899 voltas
2- Hélio Castroneves = 561 voltas
3- Tony Kanaan = 415 voltas
4- Marco Andretti = 330 voltas
5- Ryan Briscoe = 202 voltas

Não poderia deixar de ser, o piloto que mais vezes venceu também foi o que liderou o maior número de voltas. Interessante a quarta posição de Marco Andretti. Muitas dessas voltas se devem ao bom desempenho que ele teve na segunda metade da temporada, onde conseguiu a maior parte de seus Top-5.

- Prêmios em Dinheiro (dólares)
1- Scott Dixon = 3,415 milhões
2- Vítor Meira = 1,306 milhões
3- Marco Andretti = 890,315 mil
4- Helio Castroneves = 883,065 mil
5- Dan Wheldon = 586,815 mil

Dixon, com certeza, estaria em primeiro por ter vencido as 500 milhas de Indianápolis (prêmio de 1 milhão ao vencedor). E esta também é a resposta para Vítor Meira estar em segundo (foi o segundo colocado da prova, em um final de tirar o fôlego -foi quase Vítor....). Me surpreende Marco Andretti estar na frente de Hélio Castroneves, mas a resposta está no fato de a premiação não ser igual em todas as provas para a mesma colocação. Enfim ....

Ranking - posições de largada (média das posições)
1- Scott Dixon = 3,2
2- Ryan Briscoe = 5,3
3- Hélio Castroneves = 6,8
4- Tony Kanaan = 7,0
5- Marco Andretti = 8,0
6- Dan Wheldon = 8,1
7- Danica Patrick = 10,0
8- Will Power = 10,9
9- Hideki Mutoh = 11,1
10- Oriol Servia = 11,2

Sem segredos aqui também. Dixon obteve muito mais poles que Ryan Briscoe, Helio Castroneves.... Esta aí o resultado. Mas além disso ele sempre foi ótimo nos treinos. Destaque para a boa média de Danica Patrick e dos pilotos da KV Racing (que se revelou a melhor equipe da ex-ChampCar na atual Indy) Will Power e Oriol Servia.

Outros detalhes interessantes:
- Hélio Castroneves ganhou os 3 pontos extras pelo maior número de voltas em liderança em 6 provas (Texas, Iowa, Edmonton, Sonoma, Detroit e Chicago), enquanto Scott Dixon ganhou em apenas 4 provas (Motegi, Indianápolis, Milwaukee e Kentucky).
- Maior número de voltas lideradas na mesma prova: 166 voltas - Tony Kanaan em Richmond (sua única vitória na temporada)
- Maior número de voltas lideradas, sem ganhar a prova: 144 voltas - Scott Dixon em Milwaukee
- Maior número de trocas de líder: 22 em Chicago
- Maior velocidade atingida em prova: 183,650 Mph (275,45 Km/h) em Kentucky
- Corrida com maior número de bandeiras amarelas: 9 em Richmond (circuito pequeno (0,75 milhas), pista estreita, 26 carros ..... eh, soh daria nisso mesmo)

Até mais.

Danica Patrick: Notícias sobre a "Mulher-Maravilha"a

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.


Com um considerável atraso, venho trazer algumas notícias sobre a Danica Patrick. No início do ano, logo após a vitória da "mina" em Motegi, a Honda pensou em lhe dar de presente um teste em seus carros de F-1."Se Danica quer ter uma unidade no nosso carro no final da temporada, tínhamos que ser muito abertos à idéia," diziam os reponsáveis pela equipe Honda.

O tempo passou, passou, passou..... e o teste não veio. Agora veio a notícia que ela definitivamente não testará neste ano e que nunca existiu nenhuma movimentação a respeito. Quem disse isso foi nada mais, nada menos que Nick Fry, chefão da equipe Honda na F1.


E completando o cenário, ainda teve uma declaração de Jenson Button, no mínimo, na hora errada: "uma garota com seios grandes jamais ficaria confortável no carro, e os mecânicos não iriam se concentrar. Pode imaginá-la nos cintos? Você não gostaria de estar no circuito com eles, você iria?". Declaração infeliz a do Button, não?

Bom, o que acaba com esses rumores definitivamente, é a notícia de que Danica Patrick e Marco Andretti pilotarão na equipe americana da A1GP (time que a Andretti Green, equipe deles, assumiu faz pouco tempo). Ambos revezarão o cockpit do carro a partir da prova da China junto com o piloto ..... que pilotou o carro na estréia, em Zandvoort (HOL).

Michael Andretti, chefe da AGR, afirmou: "Não temos muitos testes aqui nos EUA, e a A1 será ótima para os dois conseguirem treinar nos mistos. Além disso, em termos de agenda, a série é completamente oposta à F-Indy, o que nos ajuda bastante". O que faz muito sentido, já que a Indy cada vez mais passa a ter circuitos mistos (o que os pilotos da antiga IRL estão desacostumados - pilotavam apenas em ovais). Será um bom teste para a dupla de pilotos norte-americanos.


Até mais.


colaboração e agradecimo à: DanicaMania

A volta de Dario Franchitti

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Essa nem eu sabia. Desde o GP de Kentucky a volta de Franchitti à Indy já estava acertada. E foi nessa prova em que aconteceu aquela emblemática "falta de combustível" para Hélio Castroneves na última volta da prova, quando estava em primeiro e deu a vitória de presente para Scott Dixon.

Alguma semelhança com a prova final de 2007 em Chicago, quando foi Dixon que ficou sem combustível na última volta e o título caiu no colo de Franchitti? Com toda certeza. E o piloto escocês estava presente naquela prova. Quantas coincidências não é?

Desde antes da decisão do título de 2007, Franchitti e Dixon são bons amigos. Agora que serão companheiros de equipe, o clima parece ser ótimo entre os pilotos da Ganassi. Lembro a vocês leitores que Frachitti estava na Nascar, correndo pela equipe de Chip Ganassi, o que facilitou bastante sua entrada na equipe da Indy para o próximo ano.

"Corri ao lado de Scott várias vezes e eu diria que temos estilos de pilotagem bem diferentes", disse Franchitti, lembrando que a equipe possui os pilots que conquistaram as vitórias em Indianápolis nos 2 últimos anos. Entre os pilotos que Franchitti elogia o estilo de pilotagem, está Tony Kanaan. "Ele e eu temos estilos diferentes, adorava correr com ele nas horas de folga pelas estradas e ruas. Conversamos bastante sobre nossos estilos e eu peguei algumas técnicas com ele", disse Franchitti.

Sobre sua volta, Franchitti disse que Chip Ganassi gostou muito da idéia de ter ele em sua equipe na Indy. "Eu conseguia ver Chip realmente animado sobre a possibilidade de me ver pilotando na IndyCar e gostei muito quando eu soube disso". Isso foi na época em que Franchitti ficou sem patrocínio e teve que deixar a Nascar na metade desta temporada.

E para finalizar, Franchitti falou sobre a unificação da ChampCar e a IRL (lembrando que ele saiu antes da unificação, sendo substituído na Andretti Green pelo futuro Rookie do ano, Hideki Mutoh). "Acho que a série é muito diferente do que 12 meses atrás. Agora está muito melhor e como 28 carros em cada é fantástico, temos que buscar ser superiores muito mais do que antigamente.

Até mais.

fonte: indycar







Notinhas Curtas

domingo, 12 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Vamos a mais algumas novidades:

- Hélio consegue liberação para disputar o GP de Sufers Paradise
Na sexta feira, 10 de outubro, Hélio conseguiu a liberação do juiz William Turnoff, da Corte de Miami, para participar da prova em Surfers Paradise no fim do mês.
O juiz afirmou não ver motivos para Hélio fugir, já que sua vida e carreira estão no país norte-americano.“Ele teria muito a perder se fugisse”, disse o juiz.
O passaporte do piloto será "devolvido" provisoriamente para o brasileiro deixar os EUA. Essa decisão ainda pode ser revogada pela acusação do caso.

- Prova em Surfers Paradise pode realmente acontecer no ano que vem:
O secretário do esporte do estado de Queensland, Judy Spence, afirmou que já foi acertado a realização da prova de Surfers até 2013 e que está em negociações para que a prova já esteja no calendário de 2009.
A expectativa é grande e a decisão deve sair após o GP comemorativo nesta mesma pista que será disputado no dia 26 de outubro. O problema continua sendo a data solicitada pelos responsáveis pelo GP, mas há boatos de que a prova poderá ser realizada entre os GP de Motegi (Japão) e Homestead (Miami) as 2 últimas da próxima temporada e que estão separadas por quase 30 dias.

- Roth Racing fecha as portas (Finalmente!!!)
O chefe e piloto da equipe, Marty Roth, anunciou que a equipe fechou as portas, após a realização da última etapa valendo pontos desta temporada, em Chicago. Roth colocou à venda todos os seus equipamentos e ativos da equipe.
Sou imparcial, mas desta vez preciso comemorar. O sonho de Roth em ter sua equipe na Indy e pilotar na competição são memoráveis, mas não dava pra aceitar que uma equipe sem a menor estrutura, com um piloto péssimo dos péssimos continuasse correndo.
Ótima notícia para a Indy que, em busca da redução de custos para possibilitar o maior número de carros e equipes na categoria, acaba dando margem a entrada de equipes como era a Roth Racing.

Até mais.


Giro de Notícias - Um pouco mais de Silly Season

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Mais alguns cockipts já estão certos para a temporada 2009. A maior novidade é que Raphael Mattos, 27 anos e atual campeão da Indy Lights, assinou com a equipe Luczo-Dragon e substituirá Tomas Scheckter.

A equipe é chefiada por Jay Penske, filho de Roger Penske, e correu em 6 provas desta temporada. Em 2009 estará presente em todas as 18 etapas.

“Com certeza, esse é o principal passo que dou em minha vida profissional. Batalhei muito e sempre esperei chegar na F-Indy, assim como a Luczo Dragon, que é uma nova e promissora organização” disse Raphael.

Antes da Indy Lights, Raphael disputou temporadas na Skip Barber, Fórmula Mazda, Fórmula Dogde e Fórmula Atlantic.

"É um importante dia para a nossa equipe, não só por falarmos em disputar toda a temporada 2009, mas também por anunciarmos um jovem piloto que já provou que pode ser campeão em qualquer tipo de corrida. Ele está pronto para a F-Indy", comentou Jay Penske.

Raphael mostrou sem muito competitivo na sua recente conquista na Indy Lights (ele fez cinco pole positions, venceu três vezes e chegou em oito ocasições no top 5 correndo pela equipe AFS, ligada à Andretti Green) e realmente parece merecer um lugar na Indy. Ele já estava cotado para pilotar um 5º carro da Andretti Green nas 500 milhas de Indianápolis. Mas isso, na opinião de Mattos seria muito difícil. "Quando Tony assinou seu acordo de cinco anos, senti que seria difícil adicionar um quinto carro da maneira que as coisas estavam correndo. Eles são muito focados nos quatro carros. Seria muito duro acrescentar um quinto. Certamente, entenderam meu lado, e ainda tenho um relacionamento muito bom com eles. Obviamente, deixei a equipe em bons termos, porque vencemos um campeonato juntos", afirmou.

Só espero que tenha melhor sorte que Jaime Câmara, que também despontou na Lights, mas só conseguiu uma vaga na Conquest, onde não conseguiu bons resultados pela deficiência técnica da equipe.

Outro piloto que está contente é Ryan Briscoe. Após ganhar a etapa de Le Petit Le Mans na ALMS, o piloto comemora o fato de voltar a pilotar em sua terra natal, Austrália. Nascido em Sidney, mas radicado na Europa, Briscoe fez quase todas as etapas da escola européia sendo, inclusive, piloto de testes da Toyota na F1. Ao perceber que não teria chances, partiu para os EUA para correr na ALMS e assim despertar a atenção de donos de equipe na Indy. Antes da Penske, Briscoe correu pela Ganassi.

Com a reunificação das “Indy’s”, Briscoe correrá em Surfers Paradise, após 6 anos pilotando fora do país. “Eu realmente corri muito pouco na Austrália. Depois que saí do kart, só disputei uma preliminar do GP da Fórmula 1 em 2002 e a prova da F-Mundial em 2006 (pela RuSPORT). Então, será ótimo voltar. Passarei alguns dias com minha família e será uma ótima chance para me preparar antes temporada de 2009 da IRL”, disse o piloto.

Agora uma notícia um pouco mais bombástica. Paul Tracy estaria processando a equipe Forsythe, por quebra de contrato, já que a equipe não disputou a atual temporada, o que deixou Tracy a pé.

Seu contrato iria até 2011e o dono da equipe, Gerald Forsythe, não teria pago a multa recisória. Tracy estaria pedindo uma indenização de 2,3 milhões de dólares. Essa notícia praticamente acaba com os rumores que colocavam Tracy na Forsythe, caso ela volte para a Indy.

Até mais.


Homenagem a Paul Newman - Parte 3

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Paul Newman: O dono de uma equipe vitoriosa


Newman, sempre que podia, participava ativamente no dia a dia de sua equipe, estando presente em várias provas. Abaixo os depoimentos de alguns pilotos que trabalharam em sua equipe:

Sebastien Bourdais: “Ele era um homem ótimo e sua ausência fará muita falta. Mas, tenho certeza, ele está em lugar melhor, agora”.

Cristiano da Matta: “Fico sentido, pois ele foi mais que chefe: foi um amigo. Ele [Newman] foi me visitar (após um grave acidente em treinos na ChampCar) no hospital e ficou dois dias do meu lado, lá. Não me lembro direito, pois na época era difícil de guardar as coisas, mas ele me apoiou bastante naquele momento.
E pouco antes da última prova de Newman, em 2005, da Matta lembra: “Me lembro que a esposa disse para ele: ‘Aproveita que esta será sua última corrida’. Em seguida, ele virou e falou: ‘Se esta será a última, então vou fazê-la direito’. Entrou no carro e foi para a pista e ele dirigia bem. Se saía muito bem a bordo de um carro. Respeitava muito ele como piloto.”
Por fim, lembro de seu lado caridoso: “Ele sempre foi um cara muito bom. Ele ajudou muita gente com o trabalho beneficente. Se depender pelo o que ele fez em vida, seu lugar no céu será o melhor possível. Estou sentido, é difícil lidar com uma notícia dessas, mas acredito que foi bom para ele. Se o lugar no céu depender de um bom coração, ele teria vagas sobrando. O que me consola é o fato de saber que ele deve estar em uma bem melhor, agora”

Bruno Junqueira: “Vi poucas pessoas tão apaixonadas pelo automobilismo quanto ele. Com mais de 80 anos, ainda participava de corridas tradicionais como as 24h de Daytona e fazia questão de se envolver em todos os assuntos da equipe. Era uma presença marcante, alguém para quem me orgulho muito de ter corrido e vencido provas".
Sobre a “The Hole in the Wall Camps”, Junqueira deu um depoimento muito interessante: “Ele foi um pioneiro na preocupação com o semelhante. Visitei vários camps e é impressionante o cuidado dedicado às crianças, que recebem todo o apoio para se curarem. A obra do Paul vai muito além dos filmes. Deixa uma enorme herança como ator, mas também como apaixonado pelo automobilismo e homem atento ao próximo".

Justin Wilson: "Estou extremamente triste em saber do falecimento do Paul. Ele era uma ótima pessoa para ter na pista. Ele era um homem bom. Lamento pela sua família e desejo a eles o bem, enquanto tentam lidar com isso. Não será fácil. Ele fará falta, não só no mundo do automobilismo, mas em todas as áreas que ele participou, em sua vida. Ele afetou muitas pessoas de várias maneiras positivas. Vou sentir falta dele e tive a sorte de conhecê-lo".

Graham Rahal: "Foram as 24 horas mais tristes para a equipe e minha família. Paul tem uma grande parte tanto no meu sucesso quanto no do meu pai, e ele fará muita falta. Ele foi um grande homem, um que todos deveriam ter como modelo em suas vidas. Minhas sinceras condolências vão para a família Newman".

Newman tinha uma paixão tão grande pelo automobilismo que, 1 mês antes da data de seu falecimento, pegou seu Corvette GT1 e partiu de sua casa (WestPort) e, mesmo debilitado, o guiou por 110 km até Lime Rock, onde andou por mais 2 horas na pista de 2,5 km, que acredito ser a de sua vitória em 1986.

Este foi Paul Newman, uma pessoa com reconhecida aversão a badalações, um astro da maior grandeza em Hollywood, uma carreira bem-sucedida como piloto de automóveis e um trabalho sério de caridade feito com o dinheiro arrecadado com sua marca de molhos e condimentos.

Um ator com talento excepcional. Uma pessoa com uma integridade enorme. Este foi Paul Newman que como pessoa fará falta ao nosso atual mundo. Que descanse em paz.


Paul Leonard Newman
(Cleveland, 26 de janeiro de 1925 — Westport, 26 de setembro de 2008).

Fontes:
http://biografia.wiki.br/paul-newman-ator.html

http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/499001-499500/499334/499334_1.htmlhttp://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2008/09/27/morre_o_ator_paul_newman_aos_83_anos_1940864.html
http://colunistas.ig.com.br/ricardocalil/2008/09/27/newman-foi-a-personificacao-do-homem-cool/

http://racing.terra.com.br/index.asp?codc=1621http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2008/09/27/veja_a_biografia_do_ator_e_diretor_paul_newman_1940868.html
http://tazio.uol.com.br/indy/textos/4987/http://mesquita.blog.br/paul-newman-ator-e-piloto-de-corridas-morre-aos-83-anos

http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/499001-499500/499357/499357_1.html

http://classiccars.about.com/b/2008/06/18/paul-newman-the-race-car-driver-and-enthusiast.htm

http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/499001-499500/499358/499358_1.html

Homenagem a Paul Newman - Parte 2

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Paul Newman: O (grande) piloto


Seu primeiro contato com carros de corrida aconteceu em 1969, ao gravar "Winning” (500 Milhas). Um filme que foi produzido em 1968, estrelado por Paul Newman, Robert Wagner e a atriz que seria sua esposa, Joanne Woodward.

Conta a lenda que, ao longo da preparação para este filme (que contou com a presença de pilotos como Dan Gurney e Bobby Unser), Newman teve aulas de pilotagem com Lake Underwood e Bob Sharp. E foi graças à esta curso, aliado ao “laboratório” que teve junto à pilotos das categorias Stock Car e Indy, que Newman passou a interessar-se por automobilismo. A partir de então, nunca mais deixou o esporte. Newman colocou na cabeça que era imperativo continuar no automobilismo. E com a mesma seriedade com a qual dedicava-se à papéis diversos, tornou-se um piloto respeitado.

Em 1972, disputou sua primeira prova como piloto, e também obteve sua primeira vitória, com um Lotus Elan em Thompson (Connecticut). Quatro anos mais tarde, ele garantiria seu primeiro de quatro títulos na classe SCCA (Sports Cars Club of America), categoria “D” (veículos de produção). Em 1977 competiu pela primeira vez nas 24 Horas de Le Mans (terminou em 5º) e em 1979 foi o segundo colocado ao volante de um Porsche 935.

Sua primeira vitória como piloto profissional veio na categoria Trans-Am (Trans-American – realizado nos EUA e Canadá entre 1966 e 2005), onde venceu corridas em Brainerd (Minnesotta) em 1982 e em Lime Rock, 1986.

Em 1988, Newman disse uma de suas frases mais marcantes, ao revelar sua opinião sobre os dois “mundos” no qual atuava: “Correr é a melhor forma que conheço para escapar de todo o lixo de Hollywood”, ressaltou.

Sua última vitória aconteceu em 1995, quando Newman, aos 70 anos – venceu na classe IMSA GT a prova 24 Horas de Daytona – o mais velho piloto (embora eu não goste de escrever exatamente desse jeito) a vencer uma prova até hoje. Já sua última corrida também foi em umas 24 horas de Daytona no dia 02 de fevereiro de 2001. Na época, Newman estava com 76 anos.

Nesta época, Newman já havia deixado claro que sua agenda teria espaço apenas para filmes que lhe dessem prazer, de preferência, aqueles no qual o automobilismo fosse o assunto principal do roteiro.

E o maior exemplo disso foi a peregrinação que ele fez ao lado do ator Tom Cruise – seu companheiro de filmagens no “oscarizado” filme “A cor do dinheiro” – junto às três montadoras norte-americanas, em busca de apoio para um filme que retratasse o mundo da Nascar.

Dias de Trovão – A Saga

Newman tinha uma grande ligação com a Ford - além de pilotar um Ford Galaxie no citado filme Winning, sua empresa de alimentos Newman’s Own sempre utilizou caminhões daquela marca, aliado ao fato de que seu time na F-Indy sempre correu com propulsores Ford Cosworth. Mas o orçamento do filme na casa dos US$ 7 milhões não foi aprovado pela diretoria da empresa.

A próxima visita foi à Chrysler, na época, presidida pelo saudoso Lee Iacocca. Este até que topou conversar à respeito mas, ao saber do valor pedido, indagou se Newman e Cruise aceitariam fazer comerciais de TV, anunciando produtos da empresa. Newman respondeu negativamente, alegando que não estava em declínio para ter q aceitar aparecer em propagandas de TV. Evidentemente, o negócio não foi fechado e à dupla.

A última opção seria a General Motors (GM). E esta topou participar do filme. Detalhe: tanto a Ford como a Chrysler deve se lamentar até hoje à cada vez em que o filme (Days of Thunder – 1990) é exibido e/ou alugado – o filme é um verdadeiro “comercial” de duas horas sobre a potência do veículo Chevrolet Lumina.

E se Newman não aparece neste filme, fica o consolo de ver sua participação (na verdade, sua voz) no desenho animado “Cars” (“Carros”-2006) onde a rouca voz de Newman “dá vida” ao personagem Doc Hudson.

Em 1983, Newman juntou-se ao piloto Carl Haas, na condição de sócio de uma nova equipe, a Newman Hass, na categoria CART (Championhip Auto Racing Teams), atual Fórmula Indy. Mario Andretti era o principal piloto. Entre os outros pilotos, destaque para Michael Andretti, Nigel Mansell, Roberto Pupo Moreno, Christian Fittipaldi, Cristiano da Matta e Sébastien Bourdais. Em 2007, o empresário Mike Lanigan tornou-se sócio do time.

A união, que dura até hoje, apresenta um cartel invejável: 97 vitórias, sete títulos de pilotos, 100 “pole positions”. Além destes números, a equipe Newman-Haas ainda fez história como o único time a vencer cinco títulos com cinco diferentes pilotos (1984-Mario Andretti; 1991-Michael Andretti; 1993-Nigel Mansell; 2002-Cristiano da Matta; 2004; 2005; e 2006-Sebastien Bordeuais).

Um apaixonado pelo mundo da NASCAR, Newman chegou a anunciar que, ao lado de Carl Haas, iria participar da Nascar. Uma parceria com o time de Robert Yates – campeão de 1999 com Dale Jarrett chegou à ser anunciada mas, com a aposentadoria de Yates, o plano foi abortado. A Newman Hass também participou de alguns campeonatos da Trans AM.

No próximo capítulo, veremos as declarações dos pilotos que trabalharam com Paul Newman na Newman Hass.

Até mais.

Homenagem a Paul Newman - Parte 1

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Um tanto tarde, mas finalmente aqui está o mega post em homenagem ao grande ator, diretor de filmes, piloto e apaixonado pela velocidade Paulo Leonard Newman, ou, simplesmente, Paul Newman que morreu no dia 26 de setembro de 2008, aos 83 anos em decorrência de um câncer no pulmão. Em 3 atos, veremos os principais fatos de sua carreira nos 2 mundos que tanto adorava: o cinema e as corridas.

Um pequeno resumo da carreira cinematográfica


Paul Newman nasceu em 1925 em Cleveland, no estado norte-americano de Ohio. Filho de pais comerciantes de artigos esportivos, descobriu logo que tinha vocação para as artes. Adorava participar das peças de teatro na escola.

Depois de ser dispensado da marinha, Newman ingressou no Kenyon College e, em seguida, na Escola de Teatro de Yale. Já formado, o ator mudou-se para Nova York, onde freqüentou o famoso New York Actors Studio.

Apesar da aparência atraente e irresistíveis olhos azuis o terem feito um ator ideal para papéis românticos, ele sempre fez questão de representar contra seu tipo e deu preferência a personagens desajustados, rebeldes ou fracassados. Esse foi o golpe de mestre de Newman. Ele tornou-se, assim, um dos melhores atores da história do cinema. Ele atuou em mais de 60 filmes em cerca de 50 anos de carreira.

Nos anos 50, estabelecu-se como o novo astro de Hollywod. A sua primeira aparição ao grande público foi em 1953, na Broadway, com a peça "Picnic". Depois desta atuação, conseguiu um contrato pela Warner Brothers. O filme, entretanto, por pouco não foi seu último: Newman considerou sua performance no épico tão ruim que publicou num jornal de grande circulação um pedido de desculpas ao público.

A estréia na carreira cinematográfica aconteceu em 1954, com o filme "Cálice Sagrado". O papel de destaque veio dois anos depois, em 1956, com "Marcado pela Sarjeta", quando o ator foi aclamado pela crítica pela boa atuação no papel do boxeador Rocky Graziano.

O detalhe que mais representa esta fase em sua vida foi quando ele substituiu James Dean, morto em um acidente de carro em 1955, no papel de um boxeador desfigurado no telefilme “The Battler. Mas no começo ele foi comparado negativamente a outra lenda da época, Marlon Brando, por fazer uma versão um tanto maneirista do famoso Método de interpretação do Actors Studio. Outros filmes que fez nesta décadao foram “Gata em teto de zinco quente” (1958) e “O mercador de almas” (1959).

Newman garantiu a fama ainda nos anos 60, com filmes como Desafios à corrupção (1961), Criminosos não merecem prêmio (1963), O indomado (1963) , Rebeldia indomável (1967) e Hombre (1967). Críticos dizem que seu filme mais memorável foi "Butch Cassidy – Dois homens e um destino (1969)", ao lado de Robert Redford. Parceria esta que ficaria famosa anos mais tarde no filme "Golpe de Mestre", que ganhou o Oscar de melhor filme em 1973.

Os anos 60 também foram marcados pela estréia de Newman como diretor de cinema. Em 1968, ele dirigiu a sua esposa Joanne Woodward no filme "Rachel, Rachel", que ganhou o Globo de Ouro de melhor filme e foi indicado ao Oscar.

O Oscar de melhor ator veio em 1986 por sua atuação no filme "A Cor do Dinheiro". Newman ganhou um Oscar em 1993 em reconhecimento a sua atuação em causas humanitárias. Também recebeu um Emmy em 2005 e um Globo de Ouro por sua aparição na série para televisão "Empire Falls".

Após diminuir o ritmo das produções na década de 90, para se dedicar à sua fábrica de molhos e condimentos (a "Newman's Own", a qual doa quase todo o seu lucro à sua instituição de caridade - The Hole in the Wall Camps – dedicado ao tratamento de doenças graves em crianças, e à sua equipe de corridas – Newman Hass), o astro ressurgiu em 2002, aos 77 anos, no filme "Estrada para a Perdição", onde trabalhou ao lado de Tom Hanks e Daniel Graig. O longa lhe rendeu uma indicação ao Oscar como ator coadjuvante.



Em 2006, ele realizou seu último trabalho para as telas ao dublar o o personagem Doc Hudson na animação "Carros", da Pixar. Newman também dirigiu carros de corrida.

Em 2007, ao anunciar sua aposentadoria, Newman disse ainda que não conseguia mais encenar com a mesma habilidade. “Eu não consigo mais trabalhar no nível que eu desejo. Você começa a perder a memória, a segurança a criação. Então eu acho que é um livro fechado para mim”.

Em maio de 2008, já doente, o ator foi afastado da direção da peça "Ratos e Homens", baseada no livro de John Sateinbeck, por problemas de saúde não especificados. As especulações aumentaram após a publicação de fotografias no blog da apresentadora Martha Stewart, que mostravam Newman com uma aparência ruim durante um evento beneficente Logo os jornais americanos noticiavam que Newman estava em estado grave. A família do ator, porém, negava que ele estivesse com alguma doença grave. Em junho, um comunicado foi distrubuído à imprensa, no qual o agente de Newman dizia que "o ator está bem".

Newman foi casado por oito anos com Jackie Witte, com quem teve duas filhas e um filho. Depois, casou-se com a atriz Joanne Woodward, com quem viveu por mais de 50 anos. Com ela, o ator teve mais três filhas.

Além da carreira nas telas, Paul Newman também ficou famoso por dirigir carros de corrida e por ser dono de equipe. Esta outra parte de sua vida será o tema da segunda parte deste post.

Até mais.

Ecos... ecos... ecos.... do caso Hélio Castroneves

sábado, 4 de outubro de 2008


Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Vou me apoderar por alguns instantes de um dos títulos de post que meu colega Marcos do GPSeries usa, mas é que ele melhor traduz a repercussão que o caso tem até agora.

Vários sites divulgaram que Hélio compareceu a audiência marcada para a tarde da última sexta feira algemado (alguns diziam até com correntes nos pés, o que eu duvido). Conversando com colegas no Orkut que possuem contato com amigos nos EUA, eles disseram que a reação dos americanos foi de repúdio à imagem de Hélio algemado. Não podemos nos esquecer que Hélio possui grande prestígio nas terras ianques por ter vencido a versão do "Dança dos Famosos" nos states...

Na saída do tribunal, Hélio deu a seguinte declaração: "Sou um corredor. Esta é uma situação muito difícil, mas eu sou forte e vou ganhar esta corrida. Está sendo um dia longo e emocional. Eu não sou culpado". Logicamente comparando a sua situação com uma corrida e talvez se lembrando que hoje teria que correr na American Le Mans Series - etapa de Road Atlanta (acompanhei parte da prova e o circuito é belíssimo, lembrando muito Elkart Lake), sendo que realmente correu e ainda ganhou a prova em sua categoria, fazendo dupla com Ryan Briscoe.

Agora, parecem que vão reacender um caso que envolvia Hélio Castroneves, Émerson Fitipaldi, a Penske e as mesmas empresas citadas na denúncia, melhores detalhes você pode ver nesta reportagem da revista IstoÉ.

Uma outra ótima análise do caso, podemos ver no
blog do Téo José, onde este trecho resume de forma rápida, a situação do Hélio:

"Ele vai precisar de um ótimo escritório de advogados, sorte e ter em seu caso um juiz gente boa. Nos EUA, crime contra o governo é um delito muito sério e quando as autoridades questionam os atos de uma pessoa, como estão fazendo, é porque estão bem seguros. Significa que toda operação, inclusive utilizando Ministério Público e Polícia Federal do Brasil, foi minuciosamente estudada. A pena em caso de condenação pode ser de 35 anos."

E uma última notícia, o site Grande Prêmio divulgou hoje uma matéria sobre uma possível exclusão de Hélio da Indycar Series (ou IRL, como preferirem). O vice-presidente de relações públicas da IRL, John Griffin, deu declarações onde afirma que as cláusulas do regulamento da Indy, também abrangem tudo o que os pilotos fazem dentro e fora das pistas. "Neste momento, é prematuro especular qualquer ação que poderemos vir a tomar. Mas vamos esperar até o dia do julgamento para decidir algo sobre isso. Afinal, presumimos que ele é inocente", acrescentou.

Com isso, está praticamente certo que Hélio não estará na Austrália, última etapa da temporada. Isso porque, além da fiança, o paulista teve de entregar o passaporte às autoridade americanas e, assim, está proibido de deixar os EUA.

Assim que eu tiver mais notícias, volto para postar aqui, até mais.

Buemba! Buemba! Hélio Castroneves é acusado de sonegar o Imposto de Renda nos Estados Unidos.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Fui pego de surpresa com esta notícia e até onde conseguir apurar, o negócio é realmente sério e Hélio terá que prestar suas explicações com a Justiça americana.

A Justiça americana aceitou a denúncia feita pela procuradoria federal dos Estados Unidos contra o piloto brasileiro Hélio Castroneves, que passa a responder pelos crimes de conspiração para fraudar impostos federais e sonegação de impostos nos anos fiscais de 1999 a 2004. A irmã e empresária do piloto, Katiucia Castroneves, e seu advogado, Alan Miller, também responderão ao processo. Todos foram formalmente acusados pela Procuradoria e pela Receita Americanas da cidade da Flórida na manhã de ontem (02/10).

A acusação se baseia num possível caso de evasão fiscal que teria ocorrido entre os anos de 1999 e 2004, tendo os acusados usado uma empresa “laranja” no Panamá para ocultar salários e patrocínios recebidos por ele da equipe Penske e da empresa brasileira Coimex Internacional S.A.

Quanto aos salários, a acusação baseia-se no fato que Castroneves, ao ser contratado como piloto da equipe, em novembro de 1999, por intermédio do advogado Miller, negociou os contratos sob os quais receberia US$ 6 milhões por três temporadas (2000 à 2002), divididos em US$ 1 milhão ao piloto e US$ 5 milhões em licenciamentos de produtos, a serem pagos para a offshore Seven Promotions no Panamá, em troca do uso do nome do piloto em publicidade e produtos.

Hélio, Katiucia e Miller teriam armado um esquema para evitar o pagamento de impostos sobre os US$ 5 milhões, criando um plano de pagamento de royalties que exigia que a Penske depositasse o valor para outra companhia offshore na Holanda, a Fintage Licensing B.V. (Fintage), ao invés da Seven.

Com base nessas informações falsas, o plano de transferência de valores foi executado entre a Penske e a Fintage, que recebeu os US$ 5 milhões originalmente devidos à Seven e nenhum imposto de renda foi pago por Castroneves pelo valor. Katiucia Castroneves teria ajudado a preparar as declarações fiscais falsas e transferido o dinheiro para uma conta na Suíça.

O processo diz ainda que Castroneves ganhou 600 mil dólares ao longo de três anos de um contrato de patrocínio da empresa brasileira de comércio exterior Coimex Internacional S.A. Nas entrelinhas, o valor do patrocínio seria de 6 milhões de dólares por 3 anos (1999 a 2001) e que Hélio teria devolvido à empresa 5,4 milhão. Dos 600 mil que ficaram com ele, teria declarado apenas 50 mil dólares ao Imposto de Renda.

"Não importa se você ganha a vida estacionando carros ou pilotando-os, pagar impostos é uma responsabilidade da qual todos compartilham", disse o promotor Alex Acosta em entrevista coletiva.

Mark Seiden, advogado do brasileiro, lamentou o indiciamento e disse que seu cliente não cometeu irregularidades. "Hélio confiou nos conselhos de profissionais competentes, contadores e tributaristas ao preparar suas declarações. Ele seguiu seus conselhos de boa-fé", disse Seiden. "Acreditamos que, uma vez que os fatos sejam apresentados ao júri, ele será absolvido."

Os três acusados devem compareceu na à Corte Federal Americana em Miami na tarde desta sexta feira (03/10). Ele entrou no tribunal da com algemas nas mãos e com correntes nas pernas. Ele chorou muito durante a audiência, onde alegou ser inocente. Para não ficar preso, Hélio pagou uma fiança de 10 milhões de dólares. Hélio não poderá deixar o país enquanto o processo estiver em andamento e Mark Seiden, seu advogado no caso, disse que o piloto estará neste fim de semana em Atlanta, disputando a etapa de Atlanta da Petit Le Mans.
A investigação contou com a colaboração, no Brasil, do Ministério Público Federal em São Paulo e da Polícia Federal. Os promotores dizem que Castroneves e sua irmã podem pegar uma pena nominal de até 35 anos de prisão, enquanto Miller pode pegar 20 anos. A verdadeira punição, porém, deve ser muito mais branda, vinculando-se à quantia sonegada.
Leia o comunicado oficial da Justiça americana e o comunicado oficial do Ministério Público Federal Brasileiro

Giro de Notícias

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Olá amigos da velocidade, olá amigos da Fórmula Indy.

Realmente.... reconheço que estou devendo aqui no Blog. Na verdade ainda não aprendi a lidar direito com esse período de férias da Indy.

Durante a temporada e principalmente entre as corridas, era mais fácil ter alguma notícia boa pra comentar por aqui. Ainda não achei o caminho agora nestas férias e a dura rotina do dia-a-dia não anda me ajudando muito a ter criatividade. Mas vamos lá. Tenho que postar (com muito atraso...) sobre algumas notícias.

- Equipe Newmann-Hass testa em Texas lembrando Paul Newmann.
Não tive tempo para falar sobre a enorme perda que o mundo do cinema e do automobilismo teve com a morte de Paul Newmann. Eu estava com o texto sobre Hélio pronto e não tive tempo para fazer um post exclusivo sobre esta triste notícia.

Lendo outras notícias e outros blogs descobri muitas coisas que não sabia sobre Newmann. Grandes surpresas tive ao ler que ele ganhou provas aos 70 anos de idade e que possui uma linha de produtos alimentícios que doa todo o seu lucro para as suas instituições de caridade (a Hole in the Wall Camps, que trata de crianças com doenças graves e tem sua marca estampada no carro de Graham Rahal é uma destas instuições).

Uma enorme perda que mereceria um post especial que deixo para o futuro bem próximo.
Nesta semana, a equipe testou no oval do Texas, tendo como objetivo buscar um melhor desempenho nos ovais. Os pilotos Justin Wilson e Graham Rahal participaram das atividades e falaram sobre a falta do ex-dono da equipe. “Foi difícil para todos trabalhar sabendo que o Paul não está mais no meio de nós, mas temos que continuar e correr na Austrália lembrando dele," disse Rahal. Para ele não será fácil para a equipe suprir a falta do ator e sócio do time Paul Newman morto no último dia 27 de câncer nos EUA. Para o piloto toda a equipe deve correr na Austrália - na corrida extra-campeonato no dia 26 de outubro - em homenagem a Paul

- Equipe Foyt confirma Vítor Meira na equipe:
A equipe divulgou nota oficial em seu
site no dia 25/09, confirmando que o piloto brasiliense pilotará o lendário carro #14 na temporada 2009. O piloto já estará no carro na prova comemorativa de Surfers Paradise, no final de outubro, e assinou um contrato até o final de 2009, com opção de renovação para 2010.

Ao ler as declarações de Vítor e dos proprietários da equipe, A.J e Larry Foyt, todos querem unir o útil ao agradável. Meira busca sua primeira vitória na Indy (são 93 provas sem nunca ter ido ao lugar mais alto do pódio).

"Ele é um duro competidor, que dá o máximo a prova inteira. Vitor já devia ter vencido muitas corridas, mas não tem tido sorte. Acredito que podemos mudar isso e estou ansioso para a nossa parceria", afirmou Foyt. Definitivamente vou entrar no campeonato de 2009 com uma motivação especial. No início, precisamos entender em que posição estamos para saber onde temos de melhorar. Meu objetivo é ir lá e vencer. Se ficarmos entre os cinco primeiros, estaremos em condição de ganhar", disse Vitor

Uma interessante curiosidade pode ajudar Vítor nesta batalha: a equipe Foyt já foi a personagem da primeira vitória de bons pilotos, entre eles Scott Sharp, Kenny Brack, Billy Boat, e até mesmo o brasileiro Airton Daré.

Em uma análise fria e calculista (e nada otimista), Vítor trocou 6 por meia dúzia. Ou quase isso, porque a Panther poderia ser uma equipe meia boca, mas possui melhor estrutura que a Foyt. Mas quem sabe um piloto altamente técnico e experiente como Vítor somado à uma equipe mediana mas acostumada com grandes percalços, como a Foyt, dê um bom resultado.

- Andretti Green assume a equipe americana na A1GP.
A equipe confirmou que assumirá o comando da equipe que represantará os EUA na A1GP na temporada 2008/2009. E o mais interessante é que para a 1ª prova, no circuito de Zandvoort (Holanda), o piloto deverá ser..... Michael Andretti. Isso mesmo, o bom e velho Andretti.

"Estamos muito orgulhosos por representar os Estados Unidos no alto nível e grande competitividade da A1GP. A Andretti-Green tem uma razoável quantidade de sucessos em seus seis anos de operação e estamos ansiosos por ingressar na A1GP", comentou Andretti.

Mas nada impede que Marco Andretti, ou até mesmo Danica Patrick, participem de algumas provas da competição. É esperar para ver.

Até mais.